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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Milagre da engenharia transforma auto-estrada em zona campestre

Mäyjo, 26.09.13

Milagre da engenharia transforma auto-estrada em zona campestre

 

Há dois anos, filas de carros estavam constantemente paradas na A3 britânica, em Devil’s Punch Bowl, no Surrey. Agora, esta zona é uma pacata zona campestre, onde famílias passeiam calmamente e gozam das vistas naturais.

Toda esta transformação tem como pano de fundo um “milagre” da engenharia, que levou esta auto-estrada para baixo do monte. Aqui, cerca de mil veículos por hora seguem o seu destino.

Segundo a imprensa britânica, esta infra-estrutura custou €440 milhões. Os responsáveis pela obra, por outro lado, ficaram espantados pela forma como a natureza recuperou o lugar.

Estas obras, que fazem parte da auto-estrada que liga Londres a Portsmouth, no sul do País, arrancaram em 2008, tendo a auto-estrada sido inaugurada em 2011. Para além de devolver ao património natural parte da sua herança, a obra reduziu as viagens em 20 minutos.

Em vez de carros, agora são os corredores, caminhantes e ciclistas que usam o espaço. Para além das árvores, também os pássaros ganharam com esta solução de engenharia – muitos deles estão a voltar a um local onde os seus antepassados viveram.

Veja algumas das fotos do antes e depois da infra-estrutura.

 

in: Green Savers

Casa sustentável em Melides promove tranquilidade rural e sustentabilidade

Mäyjo, 25.09.13

 

Casa sustentável em Melides promove tranquilidade rural e sustentabilidade (com FOTOS)

 

 

A Casa em Melides, criada pelo arquitecto Pedro Reis na zona rural do município de Grândola, surge como o refúgio perfeito para quem quer fugir da cidade. Com uma forte estética geométrica, esta habitação de férias oferece um amplo espaço que se funde com a paisagem. Além disso, a organização em volumes goza de um design sustentável que privilegia a iluminação e ventilação naturais e a mínima perturbação com o local.

A Casa em Melides está separada em duas grandes áreas – que são dois volumes rectilíneos empilhados. O volume inferior alberga os quartos, a cozinha e as casas de banho, enquanto o de cima as áreas de convívio. O volume de baixo, revestido de folhas de cimento pré-fabricadas cor de terra, confunde-se com o solo, como se parte da paisagem se tratasse. O volume de cima usa vidro do chão ao tecto em muitas das paredes.

Embora a maior parte da habitação esteja pintada de branco, por dentro e por fora, as paredes tornam-se numa tela variável face às mudanças de cores do campo.

O cliente consultou três escritórios de design antes de avançar com a construção – Pedro Reis apresentou o projecto de uma casa construída no topo de uma colina íngreme, de modo a tirar o máximo partido da natureza circundante, e recebeu a aprovação. O resultado é de tal forma espantoso que mereceu destaque internacional no Inhabitat e foi distinguido no World Architecture Community Awards.

 

in: Green Savers

Micróbios presentes nos esgotos podem gerar electricidade para as casas

Mäyjo, 24.09.13

Micróbios presentes nos esgotos podem gerar electricidade para as casas

 

Cientistas norte-americanos defendem que é possível gerar electricidade a partir de micróbios presentes no esgoto. Isto porque uma equipa de Stanford criou uma “bateria” alimentada por micróbios, que produzem energia à medida que digerem material orgânico.

Estes investigadores afirmam que a bateria microbiana poderia compensar parte da electricidade agora usada para tratar as águas residuais. Essa utilização é, hoje em dia, responsável por cerca de 3% do total de carga eléctrica nas nações desenvolvidas.

A equipa de investigação acredita que as “baterias microbianas” também poderão ser usadas para partir poluentes orgânicos em lagos e águas costeiras, onde os fertilizantes sufocam a vida marinha.

Neste momento, o protótipo – criado na Universidade de Stanford, na Califórnia – tem o tamanho de uma pequena bateria e dois eléctrodos, um positivo e outro negativo, mergulhados numa garrafa de águas residuais.

Os cientistas sabem há anos da existência de micróbios que evoluíram em ambientes sem ar e desenvolveram a capacidade de reagir com minerais de óxido, em vez de respirarem oxigénio, de modo a converterem nutrientes orgânicos em combustível biológico. Muitas equipas de investigação tinham tentado, mas ainda não haviam conseguido usar esses micróbios como bio geradores.

Agora foi desenvolvido um projecto simples mas que parece, por fim, eficiente. Os engenheiros de Stanford estimam que a bateria microbiana possa extrair cerca de 30% da potencial energia contida nas águas residuais. Isto traduz-se na mesma eficiência com que as melhores células solares disponíveis no mercado convertem a luz solar em electricidade.

 

in: Green Savers